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Essity reforça a importância dos cuidados com a incontinência diante do envelhecimento da população na Colômbia

Estudo apresentado pela companhia destaca desafios enfrentados por profissionais de saúde e reforça a necessidade de ampliar ações preventivas e o acesso a soluções adequadas

O envelhecimento da população colombiana tem reforçado a importância dos cuidados com a incontinência como parte das estratégias voltadas à promoção da autonomia, da qualidade de vida e do bem-estar da população idosa. Nesse contexto, a Essity, por meio da marca TENA, destacou a necessidade de tratar o tema com foco na prevenção, na educação e no acesso a soluções adequadas.

De acordo com o Ministério da Saúde e Proteção Social da Colômbia, com base em projeções do Departamento Administrativo Nacional de Estatística (DANE), o país conta com 7.891.331 pessoas com mais de 60 anos, o equivalente a 15% da população. Segundo a empresa, essa mudança demográfica amplia os desafios para os sistemas de saúde, cuidadores e familiares.

A iniciativa foi apresentada durante a Semana Mundial da Continência, realizada entre 15 e 21 de junho de 2026 pela World Federation of Incontinence and Pelvic Problems. A campanha busca conscientizar a população sobre distúrbios da bexiga e do intestino, dores pélvicas crônicas e outras condições que impactam pacientes e cuidadores.

A Essity ressalta que a continência deve ser entendida como a capacidade de manter o controle urinário e intestinal, fator diretamente relacionado à independência, à mobilidade e à participação nas atividades diárias. A perda dessa capacidade, segundo a companhia, pode provocar isolamento social, alterações no sono, irritações na pele e maior dependência de terceiros.

Além disso, a empresa apresentou os resultados de um estudo conduzido pela Augur para a Essity, com a participação de 164 enfermeiros, auxiliares e cuidadores profissionais da Itália, Canadá, Reino Unido e Austrália. A pesquisa apontou como principais desafios para oferecer um cuidado adequado a elevada carga de trabalho (41%), a escassez de profissionais (40%), a falta de tempo (39%) e o acesso limitado a produtos apropriados para cada paciente (38%).

O levantamento também mostrou que 75% dos entrevistados acreditam que essas dificuldades afetam o bem-estar dos pacientes, enquanto 74% apontaram impactos negativos para os próprios profissionais de saúde. Além disso, 79% afirmaram que esses desafios aumentam a pressão no ambiente de trabalho e 72% consideram que as práticas atuais geram desperdícios desnecessários.

Em relação às soluções disponíveis, 96% dos participantes acreditam que o acesso a produtos adequados contribuiria para um cuidado mais eficiente. Outros 95% destacaram a importância de ampliar a capacitação sobre cuidados com a continência, enquanto 92% alertaram que a aquisição de produtos de menor qualidade pode resultar em custos mais elevados no longo prazo.

A Essity reforça que o envelhecimento da população torna indispensável incorporar os cuidados com a continência às estratégias de saúde e atenção integral, por meio de uma abordagem preventiva, personalizada e centrada na preservação da autonomia e da dignidade das pessoas idosas.

Fonte
El Frente
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