A educação menstrual vem ganhando espaço no debate sobre saúde e bem-estar na América Latina, impulsionada por dados que revelam lacunas significativas de informação entre meninas e adolescentes.
No México, uma pesquisa conduzida pela Essity em parceria com UNICEF México e a organização Menstruación Digna México mostrou que 66% das pessoas que menstruam tiveram pouca ou nenhuma informação ao vivenciar a primeira menstruação.
O levantamento também evidencia impactos diretos no cotidiano: 33% evitam atividades por medo de vazamentos, 34% deixam de realizá-las devido à dor menstrual e, entre jovens com menos de 15 anos, 31% já faltaram à escola durante o período.
Outro dado chama atenção: 75% das entrevistadas não sabem que o ciclo menstrual é dividido em quatro fases, reforçando a necessidade de ampliar o acesso à informação de forma contínua.
Diante desse cenário, especialistas recomendam iniciar o diálogo sobre menstruação ainda na infância, entre os 6 e 8 anos, com conteúdos básicos sobre o corpo, aprofundando o tema antes dos 10 anos. A abordagem antecipada, segundo organizações como UNICEF e Organização Mundial da Saúde, contribui para reduzir estigmas e promover uma relação mais saudável com o próprio corpo.
Nesse contexto, a Saba, marca da Essity, tem reforçado a importância de ampliar o debate e incentivar conversas abertas sobre saúde menstrual, envolvendo não apenas meninas, mas também famílias e comunidades



