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Estudo da Essity revela diferença geracional no interesse por saúde menstrual no Chile

No Mês da Saúde Menstrual, empresa destaca a importância de promover a educação sobre o tema, garantir acesso a informações confiáveis e a produtos de higiene menstrual seguros e acessíveis, além de incentivar ambientes livres de tabus e estigmas

Embora 80% das chilenas considerem que temas como menstruação, saúde menstrual, saúde mental, sexualidade e incontinência devam ser discutidos abertamente no Chile, o interesse pela saúde menstrual varia significativamente conforme a faixa etária. É o que aponta o “Estudo da Mulher Chilena”, promovido pela Essity, empresa global de higiene e saúde, que revela que 43% das adolescentes demonstram interesse pelo tema da menstruação, índice que cai para 12% entre mulheres acima de 45 anos.

O levantamento também mostra que essas conversas acontecem principalmente em círculos próximos, como amigas, familiares do mesmo sexo, mães e parceiros. Para a Essity, o cenário representa uma oportunidade para ampliar o acesso a informações confiáveis e estimular conversas mais naturais sobre saúde menstrual, não apenas no ambiente privado, mas também em espaços educacionais e corporativos, onde ainda há espaço para avanços.

Os resultados permitem observar ainda como a relação com o tema muda conforme a etapa da vida. Entre as gerações mais jovens, o interesse em aprender sobre menstruação está associado ao maior uso de plataformas digitais como fonte de informação, enquanto entre mulheres adultas o tema aparece com menor relevância em seus interesses declarados. A diferença reforça a necessidade de ampliar o acesso a conteúdos claros, confiáveis e adaptados às diferentes faixas etárias, evitando que o debate sobre saúde menstrual fique restrito apenas a determinados momentos da vida.

“Falar sobre saúde menstrual também é falar sobre bem-estar, inclusão e qualidade de vida. Hoje existe uma oportunidade concreta de avançar em ambientes educacionais e de trabalho mais conscientes das necessidades das mulheres e do impacto que o ciclo menstrual pode ter em sua rotina”, afirma Palmira Camargo, vice-presidente de Comunicações Corporativas da Essity América Latina. “Promover conversas abertas e implementar medidas de apoio contribui para a construção de ambientes mais empáticos, informados e inclusivos”, acrescenta a executiva.

Em linha com esse compromisso, a Essity promove há mais de 18 anos o programa Plan Colegios, por meio da marca Nosotras, iniciativa que oferece educação gratuita sobre saúde menstrual e autocuidado em instituições públicas e privadas do Chile. Até o momento, o programa já impactou mais de um milhão de pessoas no país por meio de palestras e conteúdos voltados ao conhecimento do corpo e ao bem-estar integral.

Além disso, a companhia desenvolveu plataformas e ferramentas digitais focadas em ampliar o acesso à orientação especializada e informações sobre saúde íntima e bem-estar menstrual. Entre as iniciativas estão consultórios virtuais com ginecologistas e psicólogos, conteúdos educativos e aplicativos voltados ao acompanhamento do ciclo menstrual e ao autocuidado.

Com o objetivo de incentivar o autoconhecimento de forma livre de tabus, a marca também criou os “Espelhos Vulva”, iniciativa pedagógica que convida mulheres a conhecerem o próprio corpo de maneira mais aberta e natural. Outra iniciativa é o aplicativo móvel “Nosotras V-App”, que oferece conteúdo personalizado sobre saúde menstrual e bem-estar íntimo de forma confidencial.

“Na Essity, por meio de nossas marcas, trabalhamos colocando as pessoas no centro, entendendo a saúde menstrual sob uma perspectiva holística, que considera o bem-estar físico, emocional e social”, conclui Camargo. “O Mês da Saúde Menstrual representa uma oportunidade para impulsionar conversas necessárias e avançar em soluções concretas que contribuam para melhorar a experiência de milhões de mulheres”.

Fonte
Essity
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