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Estudo aponta alta incidência de escapes urinários entre jovens e reforça debate sobre incontinência leve

Pesquisas indicam que perdas urinárias não estão restritas à população mais velha e destacam a importância de informação e soluções adequadas

Embora ainda associada ao envelhecimento, a incontinência urinária também está presente entre pessoas jovens e ativas. Estudos recentes vêm reforçando esse cenário e ampliando o debate sobre uma condição que impacta o dia a dia de inúmeros consumidores, mas ainda é cercada por tabu. 

No Brasil, cerca de 12 milhões de pessoas convivem com escapes urinários. Segundo dados da Sociedade Brasileira de Urologia, a prevalência é maior após os 40 anos, mas pesquisas mostram que o tema vai além dessa faixa etária. 

Um estudo internacional publicado no Journal of the Pakistan Medical Association, em 2022, e indexado na PubMed, identificou que 31,7% das jovens universitárias entrevistadas relataram perdas urinárias, mesmo sem histórico de gravidez. Já uma análise mais recente, divulgada em 2024 no International Urogynecology Journal, aponta que os episódios também são comuns entre mulheres de 18 a 30 anos fisicamente ativas. 

Os dados ajudam a reposicionar a incontinência urinária como uma condição transversal, que pode se manifestar em diferentes fases da vida e em variados níveis de intensidade. Segundo especialistas, compreender essas diferenças é essencial para lidar com o tema no cotidiano. 

“As perdas de urina podem ocorrer em diferentes níveis (leve, moderado ou severo) e compreender essas diferenças é essencial para o dia a dia, inclusive para pessoas jovens, que muitas vezes apresentam escapes ocasionais e em pequenas quantidades”, explica Maria Alice Lelis, doutora em Ciências da Saúde – Urologia pela Unifesp e consultora da marca TENA. 

A especialista destaca que observar os sinais e entender a frequência dos episódios é um passo importante para buscar soluções adequadas. Isso inclui desde mudanças de hábito até o uso de produtos específicos desenvolvidos para cada nível de perda. 

Nesse contexto, escolher o produto adequado para cada nível de escape é um fator essencial no dia a dia. Embora a incontinência ainda seja frequentemente associada ao uso de fraldas geriátricas — indicadas principalmente para pessoas com mobilidade reduzida ou acamadas —, o mercado já oferece alternativas mais alinhadas a rotinas ativas, como protetores diários, absorventes específicos e roupas íntimas descartáveis, que combinam conforto, funcionalidade e discrição. 

De olho nessa demanda, marcas como a TENA, parte da Essity, vêm ampliando seus portfólios com soluções voltadas a diferentes níveis de escape urinário. Entre elas está a linha TENA Lady Discreet, que inclui desde protetores para perdas leves até absorventes indicados para níveis leves a moderados, desenvolvidos para acompanhar a rotina de consumidores ativos. 

Esses produtos são projetados especificamente para a absorção de urina, incorporando tecnologias de rápida retenção do líquido e controle de odor, além de contribuírem para o conforto e a proteção da pele. Diferentemente dos absorventes menstruais, as soluções voltadas para incontinência atendem a necessidades específicas desse tipo de perda, o que pode impactar diretamente na experiência de uso e na adaptação à rotina. 

Para o setor de personal care, o avanço desse debate também reflete mudanças no comportamento do consumidor, cada vez mais orientado por informação, bem-estar e qualidade de vida. A ampliação do diálogo sobre o tema tende a impulsionar tanto a conscientização quanto a adoção de soluções mais adequadas às diferentes necessidades. 

Fonte
TENA
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